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‘Não viajei nem tive Natal ou férias’, diz candidata da Fuvest

Redação

06 Janeiro 2013 | 12h45

* Por Gerson Monteiro, Especial para o Estadão.edu

TAUBATÉ – O vestibular em si já é temido por muitos estudantes, mas quando se fala em Fuvest a ansiedade e a necessidade de se dedicar à preparação sobem ao topo da rotina dos candidatos. Em Taubaté, onde 262 concorrentes participam da segunda fase, os primeiros estudantes a chegar ao local de prova contaram à reportagem sobre sua preparação.

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Segundo Camilla Correa Vilela, de 18 anos, que busca uma vaga em Gerontologia na USP Leste, desde a conferência do gabarito da primeira fase sua rotina foi de dedicação exclusiva para a Fuvest. “Não viajei, não tive Natal ou férias”, comentou. “Fiz muita redação, e estou preparada”, disse. Camilla chegou com mais de uma hora de antecedência para a abertura dos portões.

Estreante na Fuvest, Paulo Oliveira, de 17 anos, concorre a uma vaga no curso de Direito. Da divulgação de sua classificação até hoje, ele diz ter refeito todas as provas da segunda fase da Fuvest aplicadas entre 2009 e 2012. Paulo afirma estar confiante, apesar de ansioso, para as provas deste domingo (português e redação). “Tenho bastante afinidade com Humanas.”

Paulo utilizou um método interessante para classificar os pontos mais importantes de todo o conteúdo visto no 3.º ano do ensino médio. “Na preparação eu fazia post-its (pequenos papéis coloridos com adesivo no verso) nos conteúdos importantes para revisar depois.”

Quem já está matriculado em Medicina minimizou o ritmo dos estudos para a Fuvest. Foi o caso do estudante Luiz Felipe Guimarães Motello, de 20 anos, que conquistou vaga numa faculdade particular de Taubaté. “Dessa vez eu só descansei”, disse o estudante, que também prestou os vestibulares da Unicamp e da Unesp e o Enem.