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Na Vila Mariana, alunos saem cedo e tranquilos da prova

Redação Estadão.edu

03 Novembro 2012 | 16h31

Paulo Saldaña, de O Estado de S. Paulo

Por volta de 16h, na Unipaulistana da Vila Mariana, muitos estudantes deixavam o local depois de terminar o primeiro dia de Enem. O candidato Paulo Henrique Bapelli achou que a prova não estava muito difícil e se prepara para a maratona de amanhã. “Química teve umas dificuldades, mas amanhã, com matemática e redação, acho que vai ser mais complicado, principalmente a depender do tema do texto”, diz ele, que estuda na Escola Estadual João Borges, no Tatuapé.

A maioria dos 2,1 mil inscritos nesta unidade eram das zonas leste e norte, distantes a pelo menos uma hora. Mayara Rosa, 17 anos, é também do Tatuapé e, ao contrário de Paulo Hernique Bapelli, ela não está assustada com a redação. “Escrever é mais suave. Acho que vou melhor do que hoje”, diz ela, que faz o Enem como treineira. Mayara está no segundo ano da escola Mário Marques, na Água Rasa, e, para ela, o conteúdo de história cobrado na prova de Ciências Humanas foi mais difícil.

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Mayara Rosa está tranquila para a prova de amanhã: “Escrever é mais suave”


Tempo. Depois de terem entrado no local com um clima quente, em um dia que prometia ficar estável, os alunos foram surpreendidos pela virada do tempo, queixando-se por não terem trazido blusa. Alguns até estavam se escondendo na pequena guarita que havia por lá, fugindo da garoa que caiu na zona sul nesta tarde.

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