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MBA em família

Redação

21 Abril 2012 | 19h49

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* Por Lorena Amazonas, especial para o Estadão.edu

Ainda este ano, a vida do administrador de empresas Thiago Vilas Boas de Souza, de 32 anos, deve mudar radicalmente. É que ele aguarda o resultado do processo seletivo de um curso de MBA. “Ainda não sei se morarei no Canadá ou nos Estados Unidos.” Thiago se inscreveu em duas universidades: Purdue, em Indiana, e Wilfrid Laurier, em Ontário. “As duas atendem muito bem o que eu gostaria de estudar. Mas, se for aceito nas duas, acho que escolherei ir para o Canadá.” Casado há 11 anos e pai de 3 filhos, Thiago acredita que a qualidade de vida no Canadá seja maior. Além disso, o cunhado dele mora no país. A ideia de fazer o MBA no exterior vem de bastante tempo. “Sempre tive vontade de fazer intercâmbio, desde criança. Já morei e estudei no Canadá e também nos EUA.” Há cinco meses, Thiago começou a ter aulas regulares de inglês e matemática para prestar o Graduate Management Admission Test (GMat), exame exigido por muitas universidades na seleção para o MBA. “Apesar de estudar inglês há bastante tempo, decidi ter aulas novamente e reforçar o aspecto acadêmico.” Até o fim de julho, ele deve ter as respostas das universidades. “Na Wilfrid, mesmo depois de aceitas suas notas e seu currículo, você precisa fazer um teste de aceitação – uma prova, uma entrevista e uma visita formal ao câmpus. Nada muito complicado.”

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