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Mandarim escrito (e falado) na China

Redação

19 Dezembro 2011 | 18h13

* Por Epitácio Benedet Sandrini, de 17 anos, aluno do 3.º ano do ensino médio em Tubarão (SC). Faz intercâmbio na China desde agosto pela American Field Service

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“Atualmente moro em Harbin, uma cidade bonita e agradável, capital da província de Heilongjiang, na China. Por que vim para a China? Porque é um país emergente e culturalmente muito rico – e que exerce sobre mim um fascínio muito grande.

Estudo na escola chamada: 哈尔滨市第九中学 (significa “Nona Escola Média de Harbin”). Tenho aulas de segunda a sexta-feira e minhas aulas são divididas em dois períodos. O primeiro, junto com os alunos chineses, começa às 7h e termina ao meio-dia. O segundo turno eu faço junto com os outros intercambistas que também estão nesta escola. Começa às 13h30 e termina às 16h30. As aulas dos alunos chineses neste segundo período terminam às 20h30.

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De manhã eu estudo mandarim, história, geografia, matemática, física, biologia, química, inglês, política e computação, que são as matérias básicas na China. À tarde, faço mandarim falado, mandarim escrito, caligrafia de caracteres, música, artes e educação física.

Depois das aulas gosto de dar uma volta por um calçadão da cidade que está no meu caminho de casa e comer alguma coisa com meus pais hospedeiros.”

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