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Em Ribeirão Preto, candidatos temem questões de exatas

Redação

10 Janeiro 2011 | 13h57

Doze minutos para responder cada uma das vinte questões nas provas de hoje da segunda fase da Fuvest é considerado
tempo suficiente para garantir boa margem de acertos, na opinião de alguns estudantes que prestam vestibular em Ribeirão Preto.

A maior preocupação, no entanto, concentra-se nas matérias de exatas. Larissa Nunes Galdêncio, 18, da cidade paulista Santa Fé do Sul, já adiantou antes da abertura dos portões: “Quando penso em matemática, começo a tremer, mas pretendo me manter calma e vou dar o melhor de mim”. Larissa quer ingressar na Faculdade de Educação Física da USP de Ribeirão Preto, assim como Frank Matheus Vasconcelos, de 17, de Sertãozinho (SP). “De todos, hoje é o dia”, brincou.

Matemática e física também assustam Danilo Soares Peres, de 19, de São Sebastião do Paraíso (sul de Minas Gerais), que busca uma vaga na Faculdade de Engenharia Elétrica de São Carlos. “Engenharia requer conhecimento em ciências exatas, mas devo confessar que estou mais preparado para responder às perguntas de humanas”.

(Luís Henrique Trovo, de Ribeirão Preto)

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