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Em nota, USP esclarece motivos de processos contra 20 alunos

Redação

08 Dezembro 2010 | 15h32

Nos últimos meses alguns alunos, professores e funcionários da USP reuniram-se em protestos contra processos administrativos que podem expulsar 20 estudantes. Um novo protesto, em parceria com entidades de outras universidades, está agendado para a próxima sexta-feira, com concentração às 17hs no vão livre do MASP, na Avenida Paulista.

Nos atos, contra o que chamaram de “criminalização das ações”, os manifestantes questionam o fato de o regimento da USP datar de 1972 e ter sido elaborado durante a ditadura e também atitudes que consideram autoritárias por parte do reitor João Grandino Rodas.

Após a publicação da matéria Processos contra alunos geram protesto na USP (de 1/12), a USP informou por meio de nota que entre os estudantes processados, quatro são relacionados à invasão da reitoria, em 2007, 13 por invadir e ocupar irregularmente a sala da Divisão de Promoção Social da Coseas (Coordenadoria de Assistência Social) e três por um caso de agressão interalunos.

A USP afirma ainda que “a invasão da Coseas não se trata de ‘utilização do espaço na moradia estudantil’, conforme citado na matéria, mas sim de uma invasão violenta à sala onde as assistentes sociais trabalhavam, que acarretou sérios danos ao patrimônio público e violação dos arquivos da coordenadoria, que contêm informações sigilosas sobre os moradores do Crusp’.