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Durante o vestibular, livros na mochila

Redação Estadão.edu

09 Janeiro 2011 | 18h22

O primeiro dia já foi. Depois da prova de língua portuguesa e redação neste domingo, 9, os candidatos do vestibular da Fuvest agora voltam a atenção para o exame de amanhã, que terá 20 questões de história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês, além de algumas questões interdisciplinares, todas com igual valor. Mas isso não significa que os estudantes vão chegar em casa e abrir os livros.

“Hoje eu cheguei nervoso por causa da redação, que é muito específico. Como na prova de amanhã pode cair tudo, fico mais tranquilo”, disse o aluno do cursinho Anglo Said Adil, de 18 anos, candidato de Administração. “De jeito nenhum vou estudar antes da prova. Já passei o ano inteiro me preparando para este momento.”

André Bertin, colega de Said no Anglo, também descarta dar uma olhada no caderno neste momento. “O problema da prova de amanhã será administrar o tempo, porque são 4 horas para 20 questões”, queixou-se o vestibulando de Direito.

“Não vou estudar nada. O que eu tinha para aprender eu já aprendi”, afirmou o candidato de Engenharia Agronômica na Esalq Vinicius Celeste, de 19 anos. Sobre a dificuldade da prova de amanhã, o estudante disse que “não se pode ficar com medo”. “Também não dá para chegar achando que vai ser fácil.”

A candidata de Fisioterapia Silvia Furtado, de 18 anos, conta que não pega em livros desde a 2ª fase do vestibular da Unesp, no dia 19 de dezembro. “Já estou cansada de estudar”, justificou.

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