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“Dos três dias de prova da Fuvest, hoje foi o mais difícil”, avalia diretor da Oficina do Estudante

Redação Estadão.edu

07 Janeiro 2014 | 19h11

Mônica Reolom

O último dia de provas da 2ª fase da Fuvest foi o mais difícil, avalia o diretor pedagógico da Oficina do Estudante, Célio Tasinafo. “A prova foi dentro do esperado, mas bastante cansativa – não era para amadores. É uma prova para selecionar mesmo. Hoje, dos três dias, foi o mais dificil”, disse o professor.

Segundo ele, os temas das questões desta terça-feira, 7, foram bem distribuídos em todas as disciplinas: “O aluno foi avaliado em todos os tópicos importantes, numa prova com questões tradicionais. Não tinha caráter interdiscplinar como observamos ontem (segunda)”.

Tasinafo, que é professor de História, comentou que nesta disciplina caíram temas clássicos como as características da cidade-estado grega, a Era Vargas e a Revolução Francesa. A questão que tratava sobre a Segunda Guerra Mundial, de acordo com o professor, pode ser considerada a mais difícil. O candidato precisava relacionar dois cartazes da época da guerra, um da União Soviética e outro da Alemanha, com o contexto daqueles países.

Apesar da diversidade de temas, Tasinafo afirmou que prefere o modelo de prova adotado na segunda-feira. “A Fuvest vem consolidando um modelo interdisciplinar muito sólido que espero ver em outras provas. Toda vez eles conseguem sair do ‘quadradinho'”, ressaltou.

Este foi o terceiro dia de prova da 2ª fase. Segunda-feira, 6, os vestibulandos encararam 16 questões das disciplinas do ensino médio (História, Geografia, Matemática, Física, Química, Biologia e Inglês). A prova de Português e a Redação foram realizadas no domingo, dia 5.