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Diretor do Oficina do Estudante diz que contextualização marcou prova da Unicamp

Redação

13 Novembro 2011 | 21h06

Célio Tasinafo, diretor pedagógico do cursinho Oficina do Estudante, de Campinas, destacou o cuidado do vestibular da Unicamp com a contextualização do conteúdo com o dia a dia dos alunos. “Os conceitos cobrados são os tradicionais, ligados a problemas reais do cotidiano”, disse Tasinafo.

“É uma prova que de algum jeito beneficia tanto os alunos com facilidade textual quanto os alunos que sabem lidar melhor com múltipla escolha.”

O professor classificou como médio o nível de dificuldade do exame, e disse que os candidatos com “maior capacidade de leitura e que acompanham as informações dos últimos dois anos” tiveram maior facilidade.

Tasinafo afirmou  que as questões de Humanas cobraram muita leitura do aluno, e inovaram com a cobrança do aspecto de geografia física. Em história, uma questão que cobrou filosofia dos alunos pode ter assustado, mas não exigiu nada mais do que “interpretação sofisticada” do candidato.

Na redação, a Unicamp explorou gêneros realmente diferentes e pela primeira vez pediu um verbete. “No manifesto, o tema não é difícil, mas essa geração não está acostumada com censura ou controle de liberdades individuais. O aluno pode não ter subsídios suficientes para um bom texto e o enfoque pode ficar estranho.”

Quanto ao conteúdo das matérias exatas, Tasinafo disse que as questões foram trabalhosas, mas nada acima da média, “como já era esperado”.