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De São Paulo a Massachusetts

Redação

21 Abril 2012 | 20h03

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*Por Lorena Amazonas, especial para o Estadão.edu

Quando começou a frequentar as aulas de inglês, há 5 anos, Rafael Zulli, hoje com 16, já sabia o que queria: proficiência no idioma. Na mesma época, começou a estudar no Colégio Rio Branco, que é parcialmente bilíngue. Agora aluno do 3º ano do ensino médio, Rafael se prepara para disputar vaga em Ciência da Computação ou Engenharia da Computação nos Estados Unidos. “Minha meta é estudar no MIT.” A ideia de cursar o Massachusetts Institute of Technology nasceu graças a um projeto surgido no MIT que Rafael ajudou a introduzir em sua escola, uma ferramenta chamada Scratch, usada para ensinar a crianças noções de programação. “Quando vi aquilo soube na hora que queria estudar lá.” O processo de inscrição começa em agosto e dura seis meses. Atividades extracurriculares contam pontos. Para Rafael isso não será um problema. Além do trabalho com o Scratch, ele também faz trabalhos sociais e desenvolveu um projeto, “um joguinho da água”, para o Dia Mundial da Água. Agora é só cruzar os dedos.

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