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Ensino personalizado e currículo conectado a problemas do mundo real são pilares da rede High Tech High

Redação

04 Abril 2013 | 11h11

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 Melissa Agudelo, reitora de Admissões da High Tech High. Foto: Sérgio Castro/Estadão

Formada por 11 escolas, a rede High Tech High (HTH), de San Diego, Califórnia, tem uma das melhores experiências do mundo em personalização de ensino. Tomando como ponto de partida o ensino por projetos, a instituição cria currículos que refletem o mundo real. “Se a vida me pede para resolver problemas tomando como base tudo o que aprendi, por que ensinar história, inglês e matemática em aulas separadas?”, questiona Melissa Agudelo, reitora de Admissões da instituição. Nos colégios da rede, professores de Exatas dão aulas de física e matemática, e os de Humanas, de inglês, história e filosofia.

Para Melissa, a personalização do ensino é um pilar que merece destaque. “Os professores estão lá para construírem com os alunos um relacionamento, e não só avaliá-los”, diz. Segundo a reitora, saber se determinado aluno enfrenta problemas em casa e quais são suas reais paixões só vêm a somar nos processos de ensino e aprendizagem. “Tudo isso se torna muito mais significativo para o aluno+”

A linha pedagógica da HTH tem trazido resultados positivos. Segundo Melissa, 100% de seus alunos chegam à universidade e 82% permanecem no ensino superior três anos após deixar as escolas da rede.

A HTH também oferece cursos de mestrado para professores.