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Candidatos consideram fácil prova da PUC-SP

Redação

20 Novembro 2011 | 21h41

* Por Cedê Silva, especial para o Estadão.edu

Dois vestibulandos da PUC-SP ouvidos pelo Estadão.edu usaram a mesma estratégia na redação: abordaram a educação na carta à presidente Dilma Rousseff. Priscila Oliveira e Jonas França, ambos de 17 anos, também consideraram a parte de humanidades mais fácil que a de exatas e ciências naturais – talvez porque ela quer estudar Direito, e ele, Relações Internacionais. Ambos fizeram o vestibular da PUC-SP pela primeira vez.

Para Priscila, estudante do 3º ano do Instituto Sidarta, em Cotia (SP), a prova foi longa, mas bem elaborada. Saiu nos últimos minutos, “e a sala ainda estava bem cheia”, diz ela, que prestou a prova em Sorocaba. Priscila escolheu fazer provas na PUC-SP, Mackenzie e Fuvest por causa da avaliação desses cursos pela OAB. Já fez também a 1ª fase da Unesp, que achou mais fácil que a prova de hoje. Na redação, mencionou que os problemas do Enem desmoralizam a educação no Brasil.

Estudante do 3º ano do Anglo de São José dos Campos, Jonas fez a prova de hoje na capital. “Achei bem sucinta, mais simples do que eu imaginava”, contou. “A parte de biológicas foi mais ousada”. Na redação, ficou em dúvida entre infraestrutura e educação. “Optei por educação por ser mais simples e também por pensar que seria mais a cara do avaliador”, calculou. Jonas também é candidato a uma vaga de Relações Internacionais na UnB; na Fuvest preferiu Ciências Sociais. Outra opção é fazer a graduação na França.