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Candidatos de São José do Rio Preto apontam questões de exatas como as mais difíceis da Fuvest

Redação Estadão.edu

25 Novembro 2012 | 18h09

* Por Francisco Siqueira, especial para o Estadão.eduAs questões de exatas, especialmente matemática, foram consideradas o “bicho papão” das provas deste domingo da Fuvest por candidatos que prestaram na Unip, de São José do Rio Preto. Tanto estreantes quanto veteranos apontaram as questões como as mais difíceis. “Tenho certeza de que elas vão derrubar muita gente”, disse, na saída, Layni Longo, 18 anos, de Andradina, que prestou pelo segundo ano o vestibular mais concorrido do País. “Em comparação com o ano passado, as questões de matemática, especialmente de geometria, foram bem mais difíceis”, disse. “Já as outras foram mais difíceis, mas só um pouco”, completou. Layni espera acertar mais de 70 questões.
Gabriel Cortez, de 17 anos, estudante de Jales, que também prestou na Unip de Rio Preto, concorda com ela. “Foi bem mais difícil que em 2011. Física, com questões de balística, e química também foram mais difíceis”, disse Gabriel, que prestou Direito.Até mesmo para quem está acostumado com matemática, a prova não foi fácil. “Foram exigidas fórmulas que não estavam no livro. Foram questões complicadas, que podem derrubar muitos. Não achei que seria tudo isso. A prova de matemática me surpreendeu”, comentou Danilo Uka, de 16 anos, que prestou exatas e concorreu pela primeira vez pela Fuvest.