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Candidata avalia que todo o trajeto acadêmico é mais importante que cursinho

Redação Estadão.edu

11 Janeiro 2011 | 13h37

Jéssica Andrade, 18 anos, passou o ano nas salas do Cursinho da Psicologia, mas afirma não ter dado tanto valor ao imediatismo do conhecimento fornecido. Diante do portão da Faculdade de Educação da USP, ela afirma que o que conta na Fuvest é sua maturidade em relação à prova.

Sobre a preparação para o vestibular 2011, ela conta que “deu valor a todo meu trajeto acadêmico”. “Valorizei o conhecimento que construí ao longo da vida e não olhei a matéria com tanta estranheza”, explica.

No ano passado, Jéssica fez o exame pela 1ª vez e a relação foi bem emocional, pois estava saindo da escola e acreditava que deveria definir sua vida. “Desta vez estou mais tranquila, pois entrar na faculdade não é mais obsessão”, avalia.

Sobre o dia de ontem ela considera que sua performance foi ‘mais ou menos’, mas que se saiu bem na prova de domingo. Hoje fará prova específica de história, geografia e português. “Graças a deus que hoje não cai física ”, brinca.

(Carlos Lordelo, de São Paulo)