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Após problemas com prova amarela, MEC aplica caderno branco em SC

Redação

15 Dezembro 2010 | 18h58

FLORIANÓPOLIS – Questões mais bem elaboradas que as da primeira prova, ênfase na interpretação de textos e alternativas sem margem para dúvidas. Estas foram as impressões de estudantes de Florianópolis que fizeram nesta quarta-feira, 15, o novo exame de ciências humanas e ciências da natureza.

Além da capital, outras 41 cidades catarinenses foram locais de aplicação do Enem “extra”. Em Chapecó e Concórdia, no oeste do Estado, o MEC registrou a maior concentração de problemas com a prova amarela distribuída no dia 6 de novembro. Nesta quarta, o material impresso veio na cor branca.

Entre os candidatos que responderam às 90 questões no Colégio Estadual Getúlio Vargas, em Florianópolis, as opiniões sobre a complexidade da prova foram diversas. “Foi uma prova gigante, cansativa, mas no mesmo nível da outra. A diferença ficou por conta do significado das palavras. O vocabulário foi mais seletivo”, disse Ramon Maciel de Sousa, de 17 anos, após duas horas e 30 minutos de prova numa sala que se esperavam 36 candidatos e só apareceram 12. “As questões de história e geografia estavam muito mais difíceis”, afirmou o estudante, que tenta ingressar Engenharia Civil, com pretensões de conquistar média suficiente para fazer o curso em Lion, na França.

Ana Carolina, de 17 anos, considerou as questões de química mais difíceis e as de geografia melhores que a do exame aplicado no dia 6 de novembro. Ela vai fazer seu primeiro vestibular “pra valer” no domingo – na tentativa de conquistar uma cadeira no curso de Design Gráfico da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

(Júlio Castro, Especial para o Estadão.edu)

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