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Alunos que fizeram simulado Estadão + Geekie estão otimistas para segundo dia

Redação Estadão.edu

03 Novembro 2012 | 20h38

No primeiro dia do Enem 2012, Mariana Sanchez, de 18 anos, não teve grandes dificuldades para resolver as questões aplicadas na Universidade Tuiuti do Paraná, em Curitiba. Alguns das propostas nas questões estavam no simulado que o Estadão organizou com a Geekie em outubro – treinamento que ajudou a estudante a enfrentar a prova de hoje.  “Em duas perguntas, uma sobre petróleo e outra sobre circuitos elétricos, os temas estavam no simulado.” A tranquilidade de hoje, segundo ela, deve continuar amanhã. “Só estou nervosa com a redação por causa do tempo para fazer, mas o resto não deve ser muito complicado.”

A etapa de hoje não foi complicada, mas surpreendeu Raphael Almeida, de 17 anos. Para o sergipano, 3º lugar no treinamento da Geekie com o Estadão, as perguntas foram menos interpretativas e mais teóricas. “Não estava tão contextualizada. Parecia mais com um vestibular.” Apesar das novidades, os conteúdos do simulado deram uma força na hora de resolver as questões. “Conteúdos como o Estado Novo e transferência de energia caíram em outubro e agora.”

O estudante do 3º ano do Ensino Médio, Cassiano Zimmermann, de 17, da cidade de Castro, interior do Paraná, comparou as provas do simulado com a do Enem e achou semelhante o nível das questões: “As quantidades de textos eram parecidas, o simulado me deu uma base boa para fazer a prova.”. Essa foi a primeira vez que Zimmermann realizou o exame, e não se surpreendeu: “É uma prova mais cansativa do que difícil. QUestões interpretativas e temas bem contextualizados”. Com o Enem, ele pretende conseguir uma vaga no curso de Direito da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que destina 10% de suas vagas para os melhores no exame. A nota do Enem também representa 10% do desempenho para os que fazem o vestibular próprio da universidade.

Em Minas Gerais, na cidade de Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, o estudante Thiago Borges, de 17 anos. considerou a prova com o nível de dificuldade muito alto. Ele também fez o simulado Geek-Estadão, mas achou a prova mais parecida com o Enem de 2011, que ele fez como treineiro. “Em comparação com o ano passado, a prova de hoje cobrou mais conteúdo do que o normal, as respostas mais difíceis. Mas o simulado ajudou.”