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Almoçar às 10h30? Tudo para não perder a Fuvest

Redação

07 Janeiro 2013 | 14h38

* Por Sandro Villar, Especial para o Estadão.edu

PRESIDENTE PRUDENTE – Muitos dos 243 candidatos da segunda fase da Fuvest em Presidente Prudente almoçaram cedo para não chegarem atrasados à prova de 16 questões discursivas desta segunda-feira, 7. O exame começou às 13h.

Às 10h30 a treineira Amanda Gervasoni Paganini, de 16 anos, já estava comendo peixe e picanha com arroz e batata. Ela reconhece, no entanto, que misturar proteínas na véspera do vestibular pode não ter sido uma boa ideia. Ainda assim, almoçar cedo fez com que Amanda fosse a primeira candidata a chegar ao local de prova, por volta de 11h45. “Eu quis fazer a Fuvest para ver como é. No ano que vem não ficarei surpresa com as provas e vou me sair melhor”, disse a garota, que pretende ser médica.

A vestibulanda Jéssica Silva Campos, de 19, também almoçou cedo. “Às 11h15 comi frango com arroz. Comida pesada atrapalha”, afirmou. Ela também quer ser médica, mas agora tenta uma vaga em Odontologia. No ano passado a estudante prestou sete vestibulares – gastou R$ 900 só com taxas de inscrição. “Incluindo as viagens, gastei em torno de R$ 2,5 mil.”


Frango com arroz também foi o prato do dia de Caio Henrique Bueno de Carvalho, de 18, inscrito em Medicina. O rapaz espera acertar aos menos 14 questões hoje. “Senão, não dá para passar”, contou. Carvalho já encarou outros cinco vestibulares ao custo de R$ 1,5 mil, incluindo as viagens.