As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Ace americano

Redação

21 Abril 2012 | 20h01

CorrendoAtras_Esportes_600.jpg

* Por Lorena Amazonas, especial para o Estadão.edu

Firmiano de Moraes Pinto Filho, de 18 anos, joga tênis desde os 7. “No começo era só diversão, mas eu e minha irmã começamos a jogar bem e foi ficando mais sério.” Aos 10 anos, Firmiano virou tenista federado, para disputar campeonatos. A partir daí começou a levar o esporte mais a sério. “Dos 13 aos 17 anos treinava 4 horas por dia no Clube Paineiras.” Ele disputou torneios por todo o Brasil e chegou a ser o número 4 em sua categoria, mas houve uma hora em que precisou tomar uma decisão. “Quando você faz 16 anos precisa decidir se vai seguir o tênis profissionalmente ou treinar mais leve e ter uma vida social agitada.” Firmiano escolheu a segunda opção. Em 2011, ele cursou o high school em Birmingham, no Alabama, e aproveitou para conhecer boas faculdades nos Estados Unidos. “Gostaria de morar do centro para o sul, porque não é muito frio. A Universidade de South Carolina seria uma boa opção.” Este mês Firmiano vai fazer o Test of English as a Foreign Language (Toefl), teste que avalia o nível de proficiência em inglês de estudantes estrangeiros. Em maio, é a vez do SAT, exame no qual o Enem se inspirou, necessário para tentar se inscrever em uma universidade americana. “Acho que vou bem, pois já sei falar inglês e meu nível de matemática é bom.” Mesmo assim, por garantia ele está fazendo aulas de matemática e de inglês três vezes por semana, na Virginia Center School.

VEJA TAMBÉM

Correndo atrás do inglês
Veja os motivos de outros 10 brasileiros para estudar a língua