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‘Princípio do bônus é correto’, defende Paulo Renato

Redação

08 Junho 2009 | 11h32

O secretário Paulo Renato explica que o princípio do bônus é correto. “Você dá o bônus para que haja a evolução dos professores”. Mas ele frisa que não é um prêmio às melhores escola, mas à evolução delas. “É preciso reconhecer que as escolas boas puxam nossas médias para cima, de alguma maneira, mesmo que elas não tenham evoluído, algum benefício elas trazem para o sistema educacional. E, neste sentido, nós vamos estudar que modificações deveremos fazer em relação a essas melhores escolas que não evoluiram.”

Segundo o ministro Haddad, a questão agora é pensar quais adaptações são necessárias para o aperfeiçoamento do programa de bônus para as escolas. “Em geral, na educação básica as experiências são muito recentes. Em 2007, o governo criou uma política de ‘bônus’ para escolas que cumprem as metas exigidas pelo Ministério. O índice de Desenvolvimento da Educação Básica aumentou de cerca de 3% para 4,1% e a meta é chegar nos 6%”, diz Haddad.

Na primeira rodada do programa, 80% dos municípios cumpriram as metas estipuladas e os que não alcançaram também recebem recursos, mas não o valor total e de maneira indireta.

Para Paulo Renato, o mais importante é que há metas e todos estão tentando alcançá-las. “Estamos no caminho, o que envolve mais recursos para a infraestrutura destas escolas e um trabalho mais próximo aos coordenadores pedagógicos. Não é que pagamos o bônus e esquecemos o resto, as escolas são um objeto de muita atenção da Secretaria.”