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G – GMAT em 2012 – quais foram as tendências

Claudia Gonçalves

19 Março 2013 | 16h35

O GMAT bateu um recorde de 286.529 em exames em 2012, o maior total anual em toda a sua existência. Mesmo que não saibamos através desse número quantos tomaram a prova mais de uma vez, ainda assim é uma cifra impressionante. Comparado a 2011, o aumento foi de 11% e, comparado a 2008, foi de 16%. Todas as 10 regiões globais em que o teste é ministrado registraram aumento no número de candidatos tomando a prova.

Uma parte significativa desse aumento ocorreu fora dos Estados Unidos, especialmente na Ásia, que sozinha representa 39% dos candidatos. Porém, México, Caribe e América Latina representam apenas 2,85% dos candidatos, ficando em sexto lugar, seguido do Canadá, África, Europa Oriental e Austrália. Os cidadãos americanos representaram 41% dos exames em 2012, ainda muito atrás de sua marca de 51% em 2008. Fora dos Estados Unidos, o crescimento do teste foi de 19% sobre 2011, contribuindo para 59% do volume global do GMAT.

O estudo do GMAC, órgão responsável pela prova, mostra que o MBA está se tornando mais global e diversificado, uma vez que uma maior variedade de candidatos manda seus scores para uma gama mais ampla de programas em diferentes partes do mundo. Além de vários programas emergentes no mundo, também há uma maior variedade de formatos (online, part time, executive). Cerca de 29% dos candidatos enviaram seus scores para mestrados em contabilidade, finanças ou gestão.

Em 2012 também houve um aumento no número de mulheres fazendo o GMAT – elas representaram 43% dos candidatos. Na China, Taiwan, Tailândia, Vietnam e Rússia, elas eram a maioria dos candidatos. A média de idade também caiu, sendo 47% abaixo de 25 anos. Mais da metade dos asiáticos e europeus encontravam-se nesse grupo.

Os indianos, terceiro maior grupo, mandaram uma maior porcentagem de scores para Índia, Reino Unido, Singapura, França e Canadá. Já os europeus mandaram 60% de seus scores para Europa, predominantemente para Reino Unido, França e Espanha.

Dos americanos, 98% mandaram seus scores para escolas americanas, estas por sinal ainda são o destino desejado de 76% do total global. Mesmo assim, com o surgimento de novos programas em outras regiões, as escolas americanas perderam terreno, de 81% para 76% no período de 2008  – 2012. Depois dos Estados Unidos, os destinos preferidos foram Reino Unido e Canadá.

 

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