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Rádio Estadão: incertezas sobre o financiamento da Educação

Alejandra Meraz Velasco, do TPE, comenta as propostas de redução do financiamento da Educação

Todos Pela Educação

25 Maio 2016 | 15h42

Com a necessidade de ajustes nas contas dos governos federal, estaduais e municipais, as incertezas sobre as verbas para a Educação têm aumentado. Recentemente, o governo interino afirmou que continuará as políticas educacionais, mas algumas ações que impactariam na redução de investimentos em Educação têm aparecido, entre elas a volta da DRU e a DREM – desvinculação de receitas da união, e desvinculação de receitas de estados e municípios –, que permitiria aos governos gastarem menos do que o mínimo constitucional em Educação, e a extinção do Fundo Soberano, que destina 75% dos recursos do Pré-sal para a Educação. Além dos programas já existentes, vale lembrar que o Plano Nacional de Educação coloca uma série de metas e estratégias que precisam de mais recursos para serem concretizadas.

No comentário do “De Olho na Educação”, na Rádio Estadão, Alejandra Meraz Velasco, superintendente do Todos Pela Educação afirmou que os recursos hoje disponíveis já não são suficientes para garantir a qualidade da Educação. “Limitar o crescimento do gasto com Educação à inflação é nos conformarmos com as condições de infraestrutura das escolas, que ainda é precária em muitos lugares, com a baixa formação de professores, com o acesso, que ainda não é universal”. No Brasil, ainda há 2,7 milhões de crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola.

Do ponto de vista econômico, ela explica que “limitar o gasto em Educação é limitar o desenvolvimento do País”.

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