Doze dicas para os pais na volta às aulas

Doze dicas para os pais na volta às aulas

Equipe See-Saw Panamby

21 Janeiro 2016 | 16h05

volta as aulas
O retorno à escola gera expectativas, ansiedades e dúvidas, nos pais e nas crianças! Para as crianças, logo nos primeiros contatos com colegas, professores, e funcionários, a tendência é que elas se diluam.
No entanto, para os pais,  nem sempre é fácil.
Três situações costumam ser particularmente preocupantes para as famílias: Mudança de escola, ciclo, e classe. Se acontecem ao mesmo tempo, aumentam as angústias familiares.
A primeira, mesmo que por total necessidade, é precedida de análises, conversas e visitas; a segunda é inevitável e a terceira costuma ser polêmica.
Portanto, vejam algumas dicas que podem ajudar o início do novo ano letivo:
1). Aguarde a rotina se ajeitar.
2). Não minimize as queixas, angústias, mas também não ceda aos primeiros questionamentos de seu filho.
3). Faça contato com a orientação educacional ou coordenação pedagógica e estabeleça uma parceria sincera com o único objetivo de ajudar na transição de escola, turma ou ciclo.
4). Crianças e adolescentes naturalmente fantasiam as mudanças. Chantagem emocional, independente da faixa etária, costuma ser a estratégia preferida. “Não vou mais para a escola”, “Não gosto de fulana”, “Essa escola é chata, quero mudar”, “Minha professora é brava”…. Cuidado para não ser envolvida.
5). “Meu filho não mente para mim”. Não é verdade.
6). É sempre bom fazer novos amigos. Valorize isso.
7). Lembre-se, é seu filho que estuda na escola não você.
8). Amizades entre famílias fora da escola não é garantia de amizades entre os filhos dentro dela.
9). Não hesite em procurar a escola caso perceba que as queixas não melhoram após um ou dois meses. Sim, isso mesmo: um ou dois meses. Antes não deu nem tempo do seu filho virar aluno*
10). Temos empatia com as preocupações familiares. Evite que elas inquietem seu filho. Converse conosco.
11). Conversas online (WhatsApp, Redes Sociais) só potencializam a ansiedade. Individualmente procure a escola e trate de seu problema pessoalmente.
12). Acima de tudo: Confie na escola que escolheu para seus filhos.
*créditos: Taís Vinha do Blog Ombudsmãe.