A dupla jornada de estudos e as exigências do mercado de trabalho

A dupla jornada de estudos e as exigências do mercado de trabalho

Colégio Pentágono

10 Fevereiro 2016 | 12h38

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Estar preparado para todas as oportunidades que possam aparecer ou interessar no futuro costuma ser o principal motivo que leva os adolescentes brasileiros, ao terminar o colégio, a aderirem a programas internacionais que lhes proporcionam certificações ou diplomas adicionais.

O Colégio Pentágono oferece aos alunos do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio os programas High School americano e International Foundation Year (IFY) inglês. Ambos promovem o aprendizado de língua inglesa, o contato com diferentes culturas e a introdução a matérias que não fazem parte do currículo escolar regular brasileiro.

Os alunos desses programas precisam aprender a lidar melhor com a organização do seu tempo, com a escolha de prioridades, com regras estabelecidas por instituições internacionais. Talvez o amadurecimento gerado por essas exigências seja uma das maiores vantagens dessa experiência. A ex-aluna do IFY, Veridiana Machado, explica: “Como consequência (do programa), eu aprendi a manejar e a planejar o meu tempo melhor, aprendi sobre uma cultura além da minha, aprendi que, por mais que eu estivesse cansada, no final, todas as minhas renúncias teriam um papel muito importante, pois eu acabei crescendo mais rápido que os outros.”

A exemplo de Veridiana, que participou de fóruns de discussão estudantil, como o promovido por alunos da Universidade de Harvard, o desenvolvimento de habilidades como a oratória, a negociação e a argumentação também são características dos programas internacionais, complementando o oferecido no currículo brasileiro e promovido pelo Pentágono. No FEP (Fórum Estudantil do Pentágono), questões mundiais são temas para que os alunos encontrem propostas de solução plausíveis e bem fundamentadas em pesquisas.

O Ensino Médio brasileiro exige muita dedicação e estudo para as provas do ENEM e dos vestibulares. Vencida esta etapa, vem a adaptação à universidade, a introdução ao mercado de trabalho, a competição para conquistar novos postos nas empresas ou a abertura do seu próprio negócio. Os nascidos a partir de 1995, a chamada Geração Z, que têm uma visão globalizada do mundo e são nativos da era digital, ao integrar o mercado de trabalho, provavelmente terão uma perspectiva mais ampla da empresa em que trabalham e da própria função. E os mais preparados para competir neste cenário serão aqueles que tiveram as experiências mais completas.

Por,
Andrea Andreucci – 
Coordenadora do Ensino Médio – Unidade Morumbi
Daniela Pensado – Coordenadora Local do Departamento Internacional – Unidade Morumbi