Férias: 4 dicas para familiarizar as crianças com o inglês no tempo livre

Nathalia

19 Dezembro 2017 | 11h19

Dezembro e Janeiro são meses muito aguardados pelas crianças e também pelos adultos que podem aproveitar a temporada de verão para as tão sonhadas férias. Isso significa que o tempo livre aumenta e é hora de ficar mais tempo com os filhos, de estar mais aberto aos momentos de lazer e de fazer coisas prazerosas. Dezembro e Janeiro são meses muito aguardados pelas crianças e também pelos adultos que podem aproveitar a temporada de verão para as tão sonhadas férias. Isso significa que o tempo livre aumenta e é hora de ficar mais tempo com os filhos, de estar mais aberto aos momentos de lazer e de fazer coisas prazerosas. Esse contexto de diversão fora da sala de aula também é muito propício para o desenvolvimento do inglês, já que é possível conectá-lo a situações do cotidiano de uma forma extremamente natural. A ideia não é carregar os livros por aí ou colocar pressão ao “tomar a lição”, mas sim desenvolver a percepção infantil de que o idioma está presente nas brincadeiras, nos vídeos e nas viagens, por exemplo. A infância como um todo é uma fase muito propícia para o aprendizado. Vivenciar o idioma estimula o cérebro das crianças, que está mais aberto a fazer sinapses, ligações e conexões e isso influencia na sua formação como ser humano. A associação feita pelo cérebro com as palavras no idioma materno e no estrangeiro faz com que ela desenvolva essas conexões, ainda mais quando esse aprendizado é aliado a diferentes estímulos. E se você quiser fazer das férias um pretexto para começar esse processo de maneira descontraída e divertida, separamos algumas dicas:

1. Cante!

Cantar é uma ótima maneira de melhorar as muitas habilidades no idioma. Ouvir e reproduzir a canção ajuda a absorver a fala naturalmente. Além da diversão, a atividade ajuda desenvolver pronúncia, ritmo do idioma e a produzir sons naturais, relacionados ao discurso. Já estão disponíveis aplicativos com músicas apropriadas para cada faixa etária e também recursos que propõe a brincadeira como um karaokê, com os quais é possível apresentar a canção e deixar a criança ouvir e cantar junto. Esse é o caso do Sing and Learn, de Cambridge English, que é totalmente gratuito e alinhado à parâmetros internacionais de proficiência para trazer conteúdos assertivos para cada fase da infância: http://www.cambridgeenglish.org/learning-english/parents-and-children/activities-for-children/sing-and-learn/. Esse é um ganho tanto cognitivo quanto físico. Cognitivo, pois através da canção a criança capta palavras e expressões, bem como seus significados; e físico, pois cantar atua na articulação de músculos da face e da mandíbula, resultando em uma articulação mais clara e natural.

2. Jogando também se aprende

Qual criança não gosta de brincar? Jogos e competições são ótimas ferramentas motivacionais e, quanto mais criativos forem, mais estimulantes se tornam. Você mesmo já se deu conta do quanto aprendeu ao longo da vida nesses momentos de diversão? Formatos de adivinhação ou de bingo, por exemplo, são eficazes no ensino de um novo vocabulário. Já simulações de teatro e show de talento atuam mais diretamente com a oralidade. É possível que cada um desenvolva seu próprio game, mas há também opções já prontas disponíveis na internet que colocam a criança no centro de atividades que fazem parte do seu dia-a-dia, como um passeio no zoológico ou viagens pelo mundo. Basta acessar http://www.cambridgeenglish.org/learning-english/games-social/. Isso estimula os pequenos por meio do aparelho celular, da televisão ou do tablet para adquirir a língua de uma forma mais lúdica, em que ela literalmente entra no universo do jogo.

3. Assistam filmes juntos 

Parece repetitivo, mas sabe aquele filme infantil que o seu filho já assistiu inúmeras vezes e sabe as falas de cor? Experimente exibi-lo no inglês mesmo que com as legendas. Talvez ele não conheça todas as palavras e expressões logo de início ou não compreenda a totalidade do que está sendo dito. Entretanto, por já dominar a fundo a história, é natural que haja a transferência de conhecimento de um idioma para o outro e, aos poucos, por familiaridade as palavras vão se encaixando e o ouvido se habitua com a pronúncia nativa das palavras. Todos nós aprendemos na medida em que somos expostos com frequência a um conhecimento que não tínhamos antes e, dessa forma, é possível mostrar que o estudo do idioma não precisa ser chato e pode ser praticado até em momentos de total descontração e lazer.

4. Nas viagens em família, deixe que ele se comunique 

Os falantes de inglês estão em todo mundo e, inclusive, no Brasil. Então, quando estiver diante de alguém que se comunique no idioma e que esteja disposto a interagir, estimule que os pequenos conversem e se expressem. Aqui é necessário, claro, supervisão e o cuidado para que a criança não se sinta constrangida, mas a ideia é estimular pequenos atos comuns como pedir uma informação, perguntar que horas são ou até mesmo cumprimentar ou agradecer a pessoa. Isso contribui para que o uso do idioma em contextos coletivos seja menos vergonhoso e mais natural.