Escola e família: uma integração estratégica

Escola e família: uma integração estratégica

Escola Santi

15 Junho 2015 | 12h02

Participar da vida dos filhos é estar presente, incentivar, valorizar, dialogar. E, principalmente, reconhecer a escola como um espaço de troca e parceria no desafio de educar crianças e adolescentes para o mundo e no mundo atual.

 

Você tem dúvidas sobre como orientar seu filho ou sobre qual a melhor atitude a tomar diante de uma determinada situação? Você não está sozinho.

Todo mundo pensa na importância de discutir a educação dos filhos, mas não sabe muito bem como e com quem fazer esse debate.

Cada vez mais, o desafio de educar filhos tem se tornado objeto de reflexões, conversas e encontros entre pais, mães, famílias e escolas. Das questões mais complexas às ações mais simples, muitas vezes há dúvidas de como agir. Estranho seria se não houvesse. Buscar caminhos, ter dúvidas, errar, aprender e se desenvolver é da natureza humana. E com os pais não é diferente.

A família é base para a educação das crianças, e não existem fórmulas para garantia da educação perfeita. Antes de tudo, é essencial ser um bom exemplo. Para marcar, de verdade, o processo de aprendizagem do filho, muito além de ser exigente e fazer cobranças, pais e responsáveis devem valorizar a criança e passar uma única mensagem: educação importa.

Em muitos casos, a escola pode e deve ser uma importante aliada nesse caminho.

Acreditando nisso, a escola Santi oferece, desde 2012, a Roda Santi, um encontro entre mães, com a mediação de uma especialista em educação, voltada para mães da educação infantil que têm interesse em refletir e conversar, a fim de reavaliar e melhorar a educação dos filhos. Os temas dos encontros são definidos pelo grupo, junto com a mediadora, a partir das demandas que surgem a cada roda – alimentação, birra, limites, sono e hora de dormir, ciúmes entre irmãos, valores, são alguns temas já abordados.

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“É um espaço de muita troca, acolhimento e exposição pessoal. O grupo é muito aberto. Trocar angústias e perceber que sua angústia é acolhida e muitas vezes identificada por muitos, gera um estado de tranquilidade, favorecendo a forma de lidar com o problema”, resume Paula Cury, educadora, mediadora da roda e membro do conselho da Escola Santi.

“É uma oportunidade incrível das mães trocarem experiências sobre seus filhos e sobre as suas relações com eles, sem o olhar de aluno e sim de filho e indivíduo”, comenta uma das mães paticipantes da Roda Santi. Desta iniciativa nasceu um grupo no Facebook que propicia que a troca continue de forma virtual no período entre os encontros.

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Um estudo, realizado pelo movimento “Todos pela Educação”, entrevistou mais de 2 mil pais ou responsáveis por crianças ou jovens e fez perguntas do tipo: Você acompanha o calendário de provas, participa de reuniões na escola, se interessa pela proposta pedagógica e troca ideias com outros pais sobre a Educação de seus filhos? Conversa sobre o comportamento em sala de aula ou sobre o papel e a importância do professor?

Como resultado, os dividiu em cinco perfis diferentes: comprometidos, envolvidos, vinculados, intermediários e distantes.

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