M.C. Escher e o poder do imaginário

M.C. Escher e o poder do imaginário

Colégio Santa Maria

22 Maio 2017 | 07h30

Autoria: Carlos Eduardo Colabone

 

No livro “Caleidociclos de M.C. Escher”, os autores Schattschneider e Walker escrevem: “Cada modelo geométrico começa por ser um desenho plano e é o leitor quem vai acordar o modelo para a vida, transformando-o de um desenho bidimensional num objeto tridimensional. Uma vez que é dada ‘vida’ aos modelos, então eles oferecem-lhe muitas surpresas para as mãos e os olhos. O padrão bidimensional dá pouca informação sobre o que pode ver e sentir quando o objeto toma a forma tridimensional.”

Para se descobrir Escher, é necessário percorrer um caminho onde a Arte e a Matemática dialogam simultaneamente. Nosso primeiro mergulho com as turmas do 9º ano do Fundamental II do Santa Maria foi a criação de um piso, partindo da “combinação” de dois quadrados e três triângulos que se encaixam. Todas as figuras criadas por Escher para os seus caleidociclos se encaixam.

As pranchas foram desenvolvidas individualmente, com seus encaixes e suas cores específicos. Após breve seleção, parte dos desenhos foram ampliados sobre placas de papelão e as mesmas formas substituídas por papéis coloridos que se encaixavam, resultando num painel de 8m X 5.10.

Os mesmos caleidociclos trabalhados com os pais durante nosso primeiro encontro anual foram montados e colocados dentro de uma caixa/origami,  presente para o Dia das Mães.

Continuamos na trilha da tridimensionalidade, tentando alcançar o imaginário que a obra de Escher nos propõe.