Drogas e prevenção

Drogas e prevenção

Colégio Santa Maria

04 Setembro 2017 | 09h00

Autoria: Denise Garcia Carneiro

Conhecimento que nos leva a refletir e que proporciona escolhas conscientes

Quando o assunto são drogas, o principal papel de um educador deve ser propor ações voltadas à prevenção. Isso precisa ser feito não por meio de uma atividade cotidiana ou abordada de forma pontual como mais um dos conteúdos trabalhados em nossas aulas. É necessário que ocorra dentro de um contexto pedagógico, como um trabalho de reflexão e estímulo ao desenvolvimento do pensamento crítico. Deve ficar bem claro que os estudantes são responsáveis por suas ações e, sendo assim, precisam fazer escolhas saudáveis e favoráveis à sua integridade física e emocional.

É muito importante que as informações sejam transformadas em conhecimento dentro do indivíduo, dando-lhes a oportunidade de discernir sobre o que é correto ou não.

Como a maioria dos casos de experimentação de drogas ocorre na adolescência, período em que os jovens passam um tempo significativo de suas vidas dentro do ambiente escolar, este se transforma em um espaço para refletir a questão, buscando-se fortalecer os bons princípios e valores éticos.

Assim, o projeto “DROGAS E PREVENÇÃO” faz parte do projeto da série dos alunos do 8º ano do Santa Maria e do tema do 3º bimestre, “Adolescência e as drogas”, podendo ser discutido por diversos componentes curriculares e de diferentes maneiras.

O nosso trabalho é enriquecido com a leitura de dois livros. Um deles aborda as questões conceituais sobre as drogas e o outro nos transporta para uma situação real de um adolescente que tem sua vida desestruturada e interrompida pelo uso das drogas.

Nossas aulas geraram algumas reflexões e relatos que devem ser compartilhados:

“O número elevado de adolescentes envolvidos com as drogas tem sido assunto em nossas aulas de Ciências, a fim de promover uma discussão. O compartilhamento das informações e seus efeitos geraram a conscientização dos alunos, para que tenham a liberdade de tomar decisões sabendo as consequências que podem ter.” – Bianca Bonadio, 13 anos, 8º C

“Com o trabalho percebemos que, por conta de um ato, podemos ter consequências terríveis em nossas vidas. Mesmo a sensação sendo prazerosa, teremos consequências muito desagradáveis, que discutimos em vários momentos. Percebi que não são somente as drogas ilícitas que podem nos prejudicar. Com isso, me sinto mais preparada para fazer minhas próprias decisões quando me vir em uma situação em que tenha a opção de experimentar algo.” – Letícia Fernandes Neves, 13 anos, 8º C

“…nós temos curiosidade pelo assunto, o que nos faz prestar mais atenção às aulas. Podemos ter uma noção de como as drogas agem em nosso organismo e assim evitá-las. A conscientização nos faz ter conhecimento suficiente para evitá-las.” – Júlia Lisboa, 13 anos, 8º A

”…a professora Denise nos explicou o que são as drogas e quais os efeitos que podem provocar no nosso organismo. Na nossa idade começamos a ter mais contato com elas. Seja na bebida disponível em casa, nas festas ou com o cigarro, drogas lícitas que podem ser encontradas em qualquer local. Precisamos ter consciência das consequências que podemos sofrer se escolhermos esse caminho. As mudanças físicas ou psicológicas podem ser permanentes.” – Amanda Thays Lopes, 13 anos, 8º F

“…debatemos que as drogas podem destruir o nosso corpo e as nossas vidas…” – Isabela Knauth Casanova, 12 anos, 8º E

“…aprendemos sobre os perigos da experimentação e suas consequências, o que nos incentiva a não usarmos. É um começo para um mundo melhor e sem drogas. Todos as escolas deveriam seguir esse caminho.” – Bárbara Quirino dos Reis, 13 anos, 8º E

“Mesmo sabendo o perigo que as drogas nos oferecem, alguns adolescentes ainda as procuram. Ao falarmos sobre o assunto, temos a chance de refletir se devemos ou não usá-las.” – Maria Clara Abelha Futuro, 13 anos, 8º A

“O projeto do Santa Maria faz jus à frase que sempre ouvimos: aqui não apenas formamos bons alunos, mas sim bons cidadãos. Percebemos que não estão somente preocupados em nos passar conteúdo, mas acima de tudo, nos ajudar a formar valores, que podem salvar as nossas vidas, evitando que tomemos decisões equivocadas.” – Júlia Almeida dos Santos, 13 anos, 8º B