Crianças, jogos e computadores

Crianças, jogos e computadores

Colégio Santa Maria

30 Junho 2015 | 07h00

 

Quando bem selecionadas, atividades em tablets ou computadores ajudam a desenvolver habilidades enquanto a criança se diverte com seus desafios

Muitas vezes os pais de alunos entre 6 e 10 anos procuram o setor de Informática Educacional do Santa Maria em busca de conselhos sobre como agir frente às inovações tecnológicas. Afinal, crianças, computadores, tablets e celulares são inseparáveis em alguns momentos. Principalmente nas férias.

Com tantos tipos de jogos de ação, diversão, habilidades, cartas, estratégia, passatempos, jogos de memória, liga-pontos, fica difícil selecionar o que é confiável, de boa qualidade e que servirá para aumentar o conhecimento dos “pequenos”. Como aproveitar esse instrumento que atrai crianças, jovens, adultos e até mesmo a melhor idade?

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Embora ainda existam opiniões contrárias, muitos estudiosos em Educação, Psicologia e Neurociência defendem e destacam a importância do jogo para o desenvolvimento infantil. A ludoterapia, técnica utilizada há mais de 50 anos, que tem como um dos objetivos auxiliar a criança a demonstrar seus sentimentos através de brincadeiras e jogos, tem sua eficiência comprovada e já bastante difundida.

Mas também existem os aplicativos, os sites, os CDs… Entre tantas opções, existe um segmento chamado “jogos de objetos escondidos”.  Para achar tais objetos em cenários atrativos, como fundo do mar, castelo medieval ou uma base espacial, é necessário ler ou ouvir o nome do item que precisa ser localizado e identificá-lo em meio a muitos outros. Algo que exige atenção, interpretação, análise de imagens, memorização, repertório, concentração, organização de ideias, identificação e realização de metas.

Percebendo os inúmeros pontos a favor, o NETi – Núcleo de Educação e Tecnologia da Informação do Colégio Santa Maria – apresenta atividades lúdicas e instigantes para os alunos do Pré, 1º e 2º anos do Fundamental I que, no laboratório de informática, precisam descobrir tesouros, salvar princesas e pilotar foguetes. Em momentos assim, frente a um jogo que desenvolve funções cognitivas e ainda ativa áreas específicas do cérebro, as crianças se divertem, aprendem e desenvolvem habilidades que nem imaginam existir.

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