As dúvidas que surgem sobre o bilinguismo na infância

Colégio Bis

24 Novembro 2017 | 15h00

 

 

Algumas dúvidas surgem em torno do bilinguismo durante a educação na infância. Muitos pais têm dúvidas se isso irá atrapalhar a criança em seu aprendizado, em sua comunicação e até em seu desenvolvimento.

Muitos de nós não sabemos, mas o cérebro humano é capaz de aprender diversos idiomas, de forma que cada um seja acessado e estimulado quando necessário. Muitas vezes a criança acaba utilizando os dois idiomas na mesma frase, mas isso é algo natural, pois neste processo de aprendizagem, o cérebro acaba buscando sempre o caminho mais fácil para realizar uma tarefa.

É necessário que todo aprendizado seja feito de forma natural, para que o conteúdo possa ser assimilado com mais facilidade. Pesquisas apontam que a infância, é a melhor época para se aprender um novo idioma, pois elas não apresentam qualquer tipo de resistência no processo de aprendizado e é possível trabalhar de forma lúdica, leve e divertida, fazendo com que a criança não perceba que está aprendendo e relacione o novo idioma como algo fácil e divertido.

Pais que são nativos de outros países podem falar com seus filhos nas duas línguas, esta é a forma mais eficaz para a criança se tornar bilíngue. Mas é necessário que seja algo natural, para que a criança não entenda como uma obrigação, transformando o aprendizado em algo ruim, assim como na hora de se alimentar, desfraldar e todos os processos da infância. Já os pais que são brasileiros, por exemplo, podem estimular o aprendizado do seu filho através de músicas, histórias, e até desenhos em inglês.

Não pensem que, com o aprendizado de uma nova língua, a língua materna será esquecida. Estudos apontam que crianças que começam estudar uma segunda língua usam de forma melhor a língua materna, por isso, não tenha receio de estimular seu filho a se desenvolver cada dia mais com um novo idioma. Entenda e leve esse aprendizado como um complemento, melhoria e aprimoramento para ele, pois o cérebro da criança e do jovem tem a capacidade de guardar todos os conhecimentos aprendidos, e serem levados para o seu futuro.