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Evite comparar o seu filho e reforce o que ele tem de melhor

Thais Gonzales

21 Novembro 2017 | 18h22

“Seu irmão é mais estudiosos”, “Seu amigo é mais inteligente”, “O filho daquela prima não responde para os pais” são só alguns exemplos de uma prática negativa que pode prejudicar as crianças: a comparação.

Comparar um filho com o outro ou com outras crianças, além de provocar ciúmes e criar ressentimento, pode gerar desunião e desrespeito em casa e em qualquer outro lugar.

“É importante tomar cuidado com as comparações para que as crianças aprendam que não tem problema ser diferente. Elas também entenderão que pessoas erram, mas podem ter uma nova chance”, explica a coordenadora do Colégio Alicerce Cristiane Fernandes.

Toda criança deve ser respeitada, valorizada e reconhecida pelo que é capaz de fazer. A coordenadora lembra que “cada criança é única”. Pode soar clichê, mas é real. “Precisamos valorizar o que cada um tem de melhor, sempre mostrando a importância de determinados comportamentos”, ressalta.

Na prática

Segundo ela, antes dos seis anos a criança está na fase do “egocentrismo” voltada para o próprio eu. Após os seis, você pode:

– promover diálogo com a criança sobre o que é certo ou errado a partir da reflexão de suas ações e atitudes, não em meio a comparações de “ser melhor ou pior” que alguém;

-deixar que a criança fale sobre os seus sentimentos;

– os pais são exemplos, devem agir de maneira coerente, os filhos tendem a imitá-los.