Motivar, desinibir, socializar. É hora de brincar e aprender

Motivar, desinibir, socializar. É hora de brincar e aprender

Berlitz Brasil

22 Maio 2017 | 17h30

 

 

 

Com esses parâmetros do título acima, instrutores do Berlitz de Kids&Teens quebram a rotina da aula de inglês em classe, diversas vezes ao ano, tornando-as mais atraentes e divertidas, um momento lúdico de aprendizado. O objetivo é levar os alunos a aprenderem um segundo idioma naturalmente e a falar com segurança. Recorrendo ao mundo real e imaginário da garotada,  criam jogos, brincadeiras, apresentações e até mesmo peças teatrais. “Os alunos normalmente começam a estudar inglês meio desmotivados, pois, para eles, é mais uma aula no seu dia a dia, mais estudo. Alguns chegam a desistir, mas nós, professores e pais, queremos que fiquem. É preciso encontrar novos meios”, diz Camila Wiggers, coordenadora da unidade de Belo Horizonte.

Em São Paulo, na unidade da Haddock Lobo, a instrutora e atriz  Monika Ploger, usa sua experiência teatral, com especialização em interpretação em Londres, para criar atividades que entusiasmem a meninada, turmas de 8 a 10 anos. “O aprendizado precisa ser divertido, usar a fantasia; no dia a dia, as crianças brincam, disputam e fazem de conta. Eu trago isso para a classe.” Com essa técnica, os alunos aumentam o vocabulário, aprendem preposições,  verbos  e, mais importante, a não terem medo de falar inglês em público. Em dias de brincadeiras, suas aulas agitam a unidade.

Com  “O mestre mandou”, treinam os verbos afirmativos – Monika começa comandando, depois passa a vez para as crianças; em “Esconde, esconde” , entram as preposições de lugar. A mímica, usando figuras do universo infantil, é outro recurso que prende a atenção: os alunos são obrigados a fazer perguntas para decifrar a mímica. Certa vez, na montagem de uma peça, cinco meninas interpretaram cinco fadas, cada uma com características diferentes. A apresentação final reuniu pais e alunos. Monika já chegou a usar a cozinha da escola para ensinar aos alunos nomes de utensílios e porções, enquanto preparavam deliciosos cupcakes.

Na unidade de BH, o dia de brincar pode envolver turmas de diferentes níveis e idades, principalmente em competições e apresentações. ”Isso leva os alunos a se desinibirem”, diz Camila. A lista de preferências é grande, entre elas, o jogo de soletrar; e o “trivia challenge”, disputa sobre músicas, filmes e artistas. As datas comemorativas não passam em branco: no Dia Internacional da Mulher, os alunos montaram cartazes com palavras encontradas em músicas americanas relacionadas à mulher, e fizeram exposição oral; no Dia do Índio,  a partir de pesquisa sobre tribos no mundo, houve apresentação de música e dança e até de um power point a respeito. E para encerrar 2016, conta Camila, um talent show sobre assuntos relacionados ao país de preferência de cada grupo, como costumes, música, literatura etc. Com direito a aplausos dos pais e de toda a escola.